Tuesday, December 25, 2007

Feliz Natal para todos! Beijinho sorridente

Saturday, December 01, 2007

Sou a tua luz

Sou o olhar Sou a teimosia de uma vela que vence! Sou o teu pensamento!Sou... Chris "Sou a cera que se derrete nessa mente agitada com a qual se torna cúmplice numa ousada caminhada"Pedro/Pássaro Distante

Monday, October 15, 2007

Vês em mim...

a magia que há em ti!

Friday, September 14, 2007

Banho de mar

Apanhei um banho....mas valeu!

Friday, September 07, 2007

Sou a outra

(poesia a duas mãos) Sou a outra que habita em mim... ...capta as evidências, as aparências, as impotências... contempla a perfeição das pequenas coisas. Invento a calma para a sua alma. Ilumino os seus desejos. Sussurro ao vento, segredos do seu olhar. Eu não tenho quase nada! Só tenho...a outra! Chris
"Ela não falha o seu diagnóstico e inventa a calma para a minha alma. Com ela (calma), meus desejos são iluminados ao ritmo do sussurro do vento que se aninha no meu olhar. O olhar é a réstia daquilo que tenho, o acréscimo daquilo que eu sou Serei nada? Serei mesmo nada? Sou o que sou e sou o que tenho. "De Pedro/Pássaro Distante

Wednesday, August 22, 2007

Tempo

QUERO ser luz na alma e no corpo QUERO ser sorriso de fada QUERO ser aroma de rosa encantada! QUERO ser energia de sol nascente QUERO ser cântico de sereia QUERO ser mágico som presente! Esta noite, toco-te o olhar com suspiros no silêncio e no tempo! Em Galeria _ Arte Digital no: http://www.fotografiaonline.com.pt/index.php?i=6&Id=8096

Unforgettable

Thursday, August 16, 2007

Fascínio por rosas

...mas dizia-me o outro_ " Quem é que não tem?" Lindo!

Monday, August 13, 2007

Agarra-me esta noite

Vermelha, ou sofrimento, a mancha abraça o calhau, movediça como o vento, agreste como essa nau, desliza neste momento. Aguarda a água do mar ajudada pela maré, depois de muito penar pretende banhar-se da fé que um dia não soube guardar. Calhau duro e teimoso; Jovem? Ou principiante, que, deveras desgostoso, desiste ao primeiro instante em tom cerimonioso? Tão intensa esta espera como quem lê um soneto. No branco da atmosfera vê as marcas do esqueleto da pegada que trouxera... Na marcha da maresia, num compasso sem maestro, numa estrofe sem poesia, numa escrita de ambidextro, sinto os sons da agonia. Sinto o peso do calhau e de todo o desconforto, sem abrigo ou chão de pau que acolha um pé morto de esperar a tua nau.Mulher dura e egoísta, sedenta do verbo ter, que desrespeita o artista e a vontade de viver numa harmonia prevista. De tanta espera me canso, pois não há eternidade que acalme o balanço dessa tal ansiedade. Assim, neste mar, me lanço. Levo "A Valsa do Adeus", outra obra do Kundera, a fronha dos olhos meus, a herdeira de quem gera e protegida de Deus. Agarra-me esta noite. Amanhã já será tarde pois, depois de tanto açoite, no meu peito já não arde a paixão que me afoite. É, pois, a marca do tinto no calhau espalhada por quem era tão faminto pela tua madrugada e, agora, nada sinto. Levantei-me dessa base quando vi que era ferro e passei para outra fase que chamava o meu berro, na qual não há quem se case. Onde estão as tuas flores? Caiem secas, na varanda, como caem os amores submersos a quem manda sem respeito aos odores. Pode ser que ressuscitem, as flores que não cuidei. Elas talvez se agitem ao dizeres: "aqui del Rei!" E em "formatura" fiquem. Fujo de novo convénio ao qual ganhei crispação. Não é preciso ser génio para saber dizer: não! Afinal, outro milénio!
De: Pássaro Distante

O meu interior

Apaixonada por esta música! Emma Shapplin - Uma voz fantástica!

Sunday, August 12, 2007

On fire

Red Tango _ Dança fantástica! Adoro-a! Vamos dançar?Bora...

Tempo

" Only time" Enya Música linda!

Algo em ti que me cativa

Do piano que me deste surgem as rosas preenchendo o nosso amor, de um modo completo, indelével, delicado e permanente. Pelo teu amor, peço, voluntariamente, que os espinhos das rosas marquem o meu corpo, para que nada aconteça ao teu Ser. Os meus acordes em Lá menor, que sublinham a minha humildade face à Musa-Mor, altiva e distante, ecoam pelo Cais do Pensamento, onde a maresia insiste em castigar a minha profunda solidão. Descem, tais acordes do lá menor, de meio-tom em meio-tom, até chegarem ao Fá, enfim, ao Fado de uma vida absolutamente consciente de um corpo localizado onde a alma não devia estar. Tal como os nossos desencontrados caminhos... Dir-me-ias: se os invertidos são aceites como a nova "classe dominante" (em estilo "metrosexual de maçã reineta") , esta inversão desalinhada do corpo e do espírito não deveria ser considerada... normal? Não é. Seguramente. Para mim e para ti. Ambos sabemos que haverá, algures nesta dolorosa caminhada, o tão ansiado ponto de encontro, no qual, retemperada das dores físicas e psicológicas, terás a disponibilidade para virar para uma outra página da tua iluminada vida e seguir em frente, de mãos dadas, serenamente e... em paz. Brindemos, pois, à paz, a nós e ao futuro. Ergo um copo de vinho tinto e coloco-o sobre o piano, onde, desafinado, esboço mais uns acordes que transformam qualquer poema numa singela oração pelo teu bem-estar...
Texto: Pássaro Distante

Balada Florida

Momento suspenso no pensamento com Paco de Lucia, o genial! Pode ouvi-lo em :http://www.youtube.com/watch?v=3SvzkpkjOvs

Com os Anjos

Arte Digital

Poder vencer o meu fado vencer o meu Fadomostra ser tarefa ingratapois quem vive no pecadonão merece a "Concordata".Mas para quê a Igreja,perdida de humildade?De sermão, velho, boceja:Burguesa da Nova "Das pétalas surgem notas,uns bálsamos musicais.Elas não trazem batotasaos momentos especiais.São notas de nostalgiaque consigo libertardo pólen da agoniaque acompanha o meu pensar.Uma pauta de Jobimmostrará "Insensatez"de um passado sem fim,ou de uma "Regra Três"?Por aqui vês o dilema,escrito na "Bossanova",qual "Garota de Ipanema"que deite esta flor na cova...Estar sem ti, não será certo.Sou a planta isoladado teu Ser, de Mar Aberto:fugaz maré dedicada...Se atravessa a corda bambae vai banhar-s' o Brasilnão resiste a dançar samba,regressando ao juvenil.Poder Idade!Pareço alma penadacom camadas de alcatrãoescaldado, na estrada,sem qualquer contemplação.O cimento que me cerca,ajudado por ruído,reforçará minha perca:O sabor dum sustenido.Desta vida sei de coro suor das minhas gentestraduzido em lá menore estratégias indecentes.A melodia que exaloe acompanha o cheirocompensa tudo o que caloneste leito de ribeiro.Mais lamento não poderouvir os meus próprios sons.Estou a ensurdecerQuando ouço esses tons:Foz de queixas repetidase deveras dissecadas.Fossem as vidas... vividase não tão vitimizadas...Se do dia vejo o breu - digo isto sem rancor... - é sinal que o apogeuabandonou nosso amor...Outra pauta de Jobimque vá buscar ao "baú"é defesa, para mim,a qualquer Ser, como Tu.Se quiseres saber mais,do teor dos nossos vícios,para quê ler só jornaisse tens os meus "Sete Ofícios"?Posso ser ave, ou flôr,nuvem, lua ou o mar.Mas se queres meu amortens de deixar respirar...Eu preciso respirar...Bem preciso respirar!...Não consegues enxergar?!É preciso enxertar?"
De_ Pedro/Pássaro DistanteParceria poema /fotografia
in:http://seteoficios.festim.net/

Thursday, August 09, 2007

Wednesday, August 08, 2007

Paz é igual a Amor

Ser amor e ser paz... A ler " O Passado Cura" de Brian Weiss e a adorar!

Monday, July 30, 2007

Sunday, July 29, 2007

Silhueta

" Paciência e a altura certa....tudo acontece quando tem de acontecer." - in: " O Passado Cura" - Weiss

Wednesday, July 25, 2007

Para ti

Ele está a ver-te para lá das estrelas e na imensidão do silêncio,guia a tua alma. Acredita!

Saturday, July 14, 2007

Monday, July 09, 2007

Caminhos Proibidos

"Por caminhos sinuosos Apesar de olhar o mar, E momentos tortuosos Que afectam teu bem-estar, Vou escalando esta montanha Sob efeito violeta E alguma artimanha D' alguém que toque a sineta. Somos cabras do rebanho E bodes de mau pastor Ávido dos seus bons banhos Impregnados de rancor. Por entre essas pedras soltas Circulam as falsidades Que fazem orelhas moucas Às nossas fragilidades. Mar azul da aparência Em que espelho te revês? No céu da clarividência Ou na cama do marquês? Somos carne para canhão, No leito desses doutores Que, da vil governação, Não distinguem os pudores. Nos caminhos proibidos Por varões irregulares De madeira, são sortidos Os pruridos dos teus pares. Quem, outrora bestial Por fazer aquele favor, É jogado ao matagal Sem clemência, nem pudor. Eis aqui, no precipício, Postergado de razão, Quem cultivou frágil vício E caiu na tentação. No momento, duma hora Em que o Sol não vai nascer É julgado, sem demora: Condenado a morrer!"

de:Pedro/Pássaro Distante

Crio novas cores em silêncio...

Wednesday, June 20, 2007

Saturday, June 16, 2007

Vamos ouvir...

A decorrer nesta bela ilha o XXVIII Festival de Música da Madeira. Hoje foi a vez do Vienna Mozart Trio.
Fantástico!

Sei de cor os sons da tua alma

Nada a dizer...talvez, bom fim de semana!

Thursday, June 14, 2007

Vertigem

"Água que oscila nas sombras do meu nariz e que me desafia para um mergulho infeliz..." Pedro Sousa
Porto Moniz - Piscinas Naturais

Viva!

Em breve, teremos o nosso 1º encontro de Olhares - nesta maravilhosa e linda Madeira!Previsto para o dia 11/08/2007, tente não faltar, pois aqui, não faltam imensas tentações...Consulte os seguintes endereços:
http://olharfunchal.blogs.sapo.pt/
Beijinho sorridente

Saturday, June 09, 2007

A mais formosa...

Um bom fim de semana

Sunday, May 06, 2007

De mim...

para as mães uma foto minha ...especial!
Um beijo

Tuesday, April 03, 2007

" Cântico Negro"

Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces, Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui"! Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos meus olhos, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre a minha Mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde, Por que me repetis: "vem por aqui"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois, sereis vós Que me dareis machados, ferramentas, e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátrias, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios. Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe. Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, - Sei que não vou por aí! "
José Régio

Lágrima

Ao som de "Mar de Sophia" Maria Bethânia

Thursday, March 22, 2007

Bem me quer...

e a Primavera chegou.

Sunday, March 04, 2007

Beijos do mar

Explorando texturas...

Wednesday, February 21, 2007

Seguindo-te com o olhar...

Ao som de Damien Rice" The Blowers Daughter"

Saturday, January 20, 2007

Caixa com magia

Peças lindíssimas! Rua Pedro José de Ornelas,nº23